Voltinhas pela Tailândia

Olá, olá! Venho partilhar convosco o roteiro das nossas férias na Tailândia, como prometido. Aviso: este roteiro foi concebido para colmatar as necessidades de dois portugueses a viver na Noruega e o objectivo principal é fazer vida de praia! Viajámos em Fevereiro. Em baixo encontrarão informações práticas e as minhas opiniões sobre os hotéis. Colocarei alguns links úteis no final.

Dia 1: Oslo – Bangkok, voo directo com a Norwegian para Suvarnabhumi;
Dia 2: Bangkok;
Dia 3: Bangkok;
Dia 4: Bangkok – Krabi, voo com a AirAsia do aeroporto Don Mueang, transfer para Ao nang e depois barco para Railay;
Dia 5: Railay;
Dia 6: Railay;
Dia 7: Regresso a Ao Nang à tarde e passar a noite por lá;
Dia 8: Voo Krabi – Bangkok com a AirAsia;
Dia 9: Transfer para Trat e Laem Sok e viagem de ferry para Koh Kood;
Dia 10: Koh Kood;
Dia 11: Koh Kood;
Dia 12: Koh Kood;
Dia 13: Ferry e transfer de regresso a Bangkok, pernoitar por lá;
Dia 14: Bangkok – Oslo, voo directo com a Norwegian para Gardermoen.

  • Voos

Muito satisfeita com a Norwegian, foi a primeira vez que fiz um voo de longo curso com eles, pagámos extra para ter refeições mas em retrospectiva acho que preferia levar sandes/petiscos e poupar uns trocos.

Também satisfeita com a AirAsia. Uma das nossas hospedeiras era uma daquelas pessoas que está no trabalho certo para si, com um talento inato para entreter e informar os seus passageiros o que tornou o voo Bangkok-Krabi um acontecimento único para todos nós. Infelizmente não apontei o nome dela.

Em ambas viajei apenas com bagagem de mão, que era o que o bilhete permitia.

  • Transfer e estadia em Bangkok 

Para chegar à cidade desde Suvarnabhumi apanhámos o Airport Rail Link, linha azul, e saímos na estação Phayathai. Para o encontrar, no aeroporto, basta seguir os sinais – está tudo muito bem organizado. Comprámos os bilhetes ao balcão e custaram 45 baths por pessoa.

Em Bangkok ficámos alojados no hotel Blue Chang House, ao qual não regressaria. O hotel é barato e as instalações suficientes para uma curta estadia, o pequeno-almoço saboroso, no entando não gostei da gerência pois são desonestos. Se quiserem que vos conte a história indiquem nos comentários. Em relação à zona do hotel, essa recomendo, gostei muito do ambiente tanto de noite como de dia e vê-se um saudável encontro entre tailandeses e turistas.

Na última noite ficámos no A-Place-Suvarnabhumi, para pernoitar perto do aeroporto, e esse foi o melhor hotel de toda a viagem, dos mais confortáveis e clean onde já fiquei.
Se queres saber mais sobre a minha opinião de Bangkok clica aqui.

img_2470-1
Bangkok
  • Transfer Krabi – Railay, e vice-versa

Optámos pelo airport bus (90 baths por pessoa) que nos levou quase(!) até Ao Nang, com algumas paragens atribuladas pelo meio, deveras caricatas porque nenhum dos empregados falava uma palavra de inglês e causaram pânico nalguns passageiros. Mas a coisa lá se resolveu! Na última paragem saímos nós e, não fossem os tailandeses mestres do negócio, à nossa frente estava uma bancadinha a vender viagens de barco para Railay. Optámos por comprar logo ali e daí a uns cinco minutos já estávamos num longtail a caminho da península de Railay.

No regresso contratámos um longtail na praia de Railay, saímos em Ao Nang e daí fomos de tuk-tuk até ao nosso hotel. No dia seguinte foi uma carrinha buscar-nos ao hotel para nos levar ao aeroporto, a qual contrátámos através do nosso anfitrião. Infelizmente não me lembro do preço (esqueço-me sempre de apontar estas coisas!) mas foi barato.

  • Estadia em Railay

Já vos falei do hotel aqui (tem fotografias) e o nome dele, que faltou dizer, é Avatar Railay Resort. Gostei muito e regressava, ficámos numa villa, pagámos por um quarto com vista para a piscina mas tivemos upgrade gratuito à chegada. O ponto mais positivo é sem dúvida a decoração e ambiente, os quais se distinguem do resto da oferta que se vê por aqueles lados. O restaurante também é bom e os preços são aceitáveis, dentro dos padrões de Railay.

Railay_LugaraJanela-6
No barco, a caminho de Rai Leh
  • Estadia em Ao Nang

Deste só resta dizer o nome, que é Cocco House, e quem quiser saber mais e porque é que eu o recomendo muitíssimo pode ler este artigo.

  • Transfer Bangkok – Koh Kood 

Comprámos o pacote já feito à empresa Boonsiri Ferry, devido à dor de cabeça que isto estava a dar, meio por falta de escolha e meio por falta de tempo. Custou caro (850 baths por pessoa), especialmente tendo em conta os preços na Tailândia, mas trouxe paz de espírito. A alternativa mais barata seria apanhar autocarro de Bangkok para Trat, algum tipo de boleia de Trat para o porto Laem Sok, e depois pagar apenas o ferry à Boonsiri – mas como vêem aqui não há hipótese. A viagem está muito bem organizada e eles mandam-nos para os locais certos como pastores com o seu gado! Fácil.

  • Estadia em Koh Kood

O hotel que escolhemos foi o Seafar Resort e o sentimento que ficou é agridoce. Não posso dizer que gostei a 100%, mas também não posso dizer que desgostei. Tem muito potencial mas também bastante para melhorar, achei os preços demasiado ambiciosos para o que oferece. Para saber mais sobre a ilha, o hotel e as nossas férias cliquem aqui.

kohkut_LaJ-4
Mar em Koh Kood
  • Informações adicionais

Todas as reservas de que falei foram feitas com antecedência, pela internet, à excepção de alguns transferes. Durante a viagem utilizei sempre o meu cartão Revolut, com o qual paguei os hotéis e usei para levantar dinheiro e evitar taxas excessivas e câmbios menos favoráveis. Também utilizei a conta Revolut para fazer uma transferência internacional.

Enquanto estive na Tailândia tinha o meu número norueguês desactivado e usei um tailandês, o que me permitiu ter sempre acesso à internet e estar contactável. Comprei à DTAC o “Happy Tourist Sim” por 599 baths,  mas a oferta é variada e os preços/pacotes são quase todos os mesmos.

  • Links úteis

Norwegian 
AirAsia
Airport Rail Link
Hotel Blue Chang House
Avatar Railay Resort
Cocco House
Boonsiri Ferry
Seafar Resort
A-Place-Suvarnabhumi

Ao longo do artigo fui colocando hiperligações para outros que já escrevi sobre a viagem à Tailândia, só para reforçar e caso não os tenham visto podem acedê-los clicando aqui. Também escrevi um sobre a organização da viagem, antes de partirmos, que poderá ser muito útil para quem fizer o mesmo.

Até à próxima!

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12 thoughts on “Voltinhas pela Tailândia

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  1. A história desonesta:
    Solicitei um táxi na recepção e a dona do hotel mostrou-se muito prestável, chamou o tal táxi e informou-nos que o preço era de 500 bahts. Quando pedi ao taxista que ligasse o taxímetro ele disse assustado, no pouco inglês que sabia, “no no possible, hotel deal”. Como estávamos cheios de pressa e o preço não era mau, seguimos.
    No regresso contratámos um táxi por nossa conta, para o mesmo percurso, e desta vez com o taxímetro. O custo total não chegou a 200 bahts.
    Nunca nenhum outro hotel me fez isto, durante toda a viagem, e dado que este também foi o único a exigir todos os pagamentos em dinheiro posso garantir que é um sítio onde não voltaria, não me inspiraram confiança. Gulodice não fideliza clientes.

    Gostar

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